Para Marta, êxito de Haddad dispensa Haddad

“Deus não joga dados com o universo”, disse Einstein, para acentuar que o cotidiano não é feito de improvisos. Na visão do gênio, há sempre um plano por trás de tudo. Veja-se o caso de Marta Suplicy. Não virou ministra por acaso. Lula jamais jogaria contra Ele mesmo. Queria Marta na campanha do protegido Fernando Haddad. E obteve.

 

Alçada à Esplanada, Marta agora já apalpa o triunfo do PT em São Paulo. Acha que os apoiadores de grife do candidato do partido vão prover os votos. “O trio é capaz de alavancar: a presidente Dilma, o Lula e eu. Eu, porque tenho o apelo de quem fez; eu sou a pessoa que faz. O Lula porque é um Deus e a presidente Dilma porque é bem avaliada. Então, com a entrada desse trio, vai dar certo.”

 

Igualando-se ao deus e à semideusa do PT, Marta revela-se dona de um poder sobre a vida do candidato de dar inveja ao Padre Eterno. Ela esboça para o futuro eleitoral de Fernando Haddad um plano que prescinde de Fernando Haddad. Com meia dúzia de lances dos seus dados, “o trio” resolve.

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