Governo Dilma não tem uma marca, diz Marina

ImagemMarina Silva (10% no Datafolha), acha que, com mais de dois anos de mandato,  Dilma Rousseff (58%) ainda não deixou uma marca. Para ela, FHC legou como “referência” a “estabilidade econômica”. A “contribuição” de Lula “foram os ganhos sociais”. E quanto a Dilma? “Sinceramente, ainda não tenho uma referência ao governo Dilma”, diz Marina.

 

Às voltas com a coleta de assinaturas para tentar criar a Rede, sua nova agremiação política, Marina concedeu uma entrevista aos repórteres João Villaverde, Iuri Dantas e Marcelo de Moraes. Criticou a antecipação da campanha eleitoral. “Esse era o momento do intervalo para os partidos, em debate com a sociedade.” Porém…

 

Marina soou, ela própria, como candidata prematura. Não hesitou ao apontar a marca negativa da gestão Dilma: “É a inflação, sem dúvida. Há uma política de quase extrapolar os limites da meta de inflação e essa flexibilidade toda de manejar a política fiscal.” Acrescentou: “Neste momento, é legítimo que a sociedade cobre: qual é mesmo o referencial do atual governo?”.

 

Numa espécie de avant-première de sua pregação eleitoral, Marina igualou os futuros antagonistas, lançando-os num mesmo balaio: “…A antecipação da eleição leva para uma agenda do imediatismo que não nos dá o tempo para colocar termos de referência claros. Qual a diferença se for Aécio Neves [10%], Eduardo Campos [6%] ou a Dilma? Tem diferença em relação ao modelo de desenvolvimento? Me parece que até agora todos estão no mesmo diapasão.”

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